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Raça, gênero e espécie no capitalismo colonial

O exame do Sistema Colonial de Gênero, desenvolvido pela filósofa argentina María Lugones, reposiciona a questão do gênero e da raça divergindo em alguns aspectos analíticos do chamado Feminismo Mainstream e divergindo metodologicamente do feminismo das chamadas Mulheres de Cor. O deslocamento que Lugones promove impacta análises sobre as condições epistemológica, identitária e política de homens e mulheres da América latina, assim como o status ontológico dos povos latino-americanos. Ao fazê-lo, Lugones evidencia um papel relevante para a relação humano e não humano. O objetivo do curso é evidenciar e problematizar os aspectos envolvidos nesse movimento teórico decolonial, bem como trazê-lo para a reflexão antiespecista dos ecofeminismos latinoamericanos.

R$150,00

Descrição

Aula 1. Interseccionalidade como ferramenta de análise e Sistema Colonial de Gênero

Aula 2. O especismo não nomeado nas bases do Sistema Colonial de Gênero

Aula 3. Novo pacto ético: fronteiras humano e não-humano

  13/05/2021 - 15/05/2021 | 18:00

  Aulas não disponíveis após o curso

  Duração: 4:30

  Capacidade de até 45 pessoas (44 vagas disponíveis)

  Condições de Cancelamento: Gratuito - reembolso integral

Quem faz

Príscila Carvalho é professora licenciada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e mestre, doutora e pós-doutora em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. É pesquisadora do Laboratório Antígona de Filosofia e Gênero da UFRJ, do Laboratório de Ética Animal da UFF (LEA) e do Núcleo de Ética Aplicada (NEA).

Categoria: Atividade ao vivo Tags: África

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